OIII pessoal...
Bom pra lembrar amanhã tem show no subjazz... e o show promete!! começa as 16:00 horas blz?? ah lembrando que o ingresso vai ser 10,00 reais na hora...
Olha só que chique q ta a fotuxa de abertura do site em... fala sério! Ficou muitooo legal!
Bjus para todos!!
Escrito por Flávia e Samira às 21h37
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Olá galera blz??
HJ tem entrevista nova do Hateen, foi feita pelo site tramavirtual... ta bem legal!
Confiram!, a fotuxa a gente já posto aqui, mais como tava junto com a entrevista resolvemos colocar também!!
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Mais que precursores do emo Por Leandro Carbonato
Rock com uma boa dose de emoção e sentimento. Assim pode ser definido o Hateen, um dos precursores do emocore no Brasil. No ano que vem, a banda completa dez anos de existência, e continua se superando a cada álbum. Em 2003, eles lançaram um CD ao vivo, gravado no Hangar 110, More Live Than Dead, e esse ano, lançaram seu terceiro álbum de estúdio, Loved, com primeira tiragem esgotada. O fato de o baterista Japinha dividir suas atividades com o CPM22 e Koala (guitarra e vocal) e Fabrizio (guitarra) tocarem também no Street Buldogs dificulta na disponibilidade de datas para shows. Koala conversou com a Tramavirtual e falou sobre esse e outros assuntos.
Como foi o início da banda? A banda se formou mesmo em meados de 1994. Logo no início desse ano, conheci o Boris (ex-Hateen e atual Borderlinerz), através do Cesinha Santisteban e do Japinha, e ele me disse que os dois estavam querendo montar uma banda, mas precisavam de um guitarrista. Fui lá fazer um teste e, no fim, comecei tocando baixo.Um outro amigo nosso (Marcelo Japão) cantava na banda nessa época e usávamos o nome de Sic Num. Essa foi a fase embrionária do Hateen. Em poucos meses, assumi a guitarra e os vocais e arrumamos outro baixista (se não me engano foi o Jefferson) um amigo meu do colégio. Com a saída de Jefferson, Cesinha assumiu o baixo e viramos um power trio até meados de 98, quando o Boris, que era nosso roadie na época, finalmente entrou na banda. O Hateen no final de 1994 já tinha um CD pronto pra ser gravado, pois tocávamos de três à quatro vezes por semana por cinco ou seis horas ininterruptas. Éramos amigos obcecados pela música, então tudo ficava mais fácil.
Quais as principais influências da banda? É sempre muito difícil citar influências, pois temos gostos bem diversificados e como amantes de boa música gostamos de muita coisa. Nada existiria sem Ramones, The Clash, Husker Du, etc. Essas são bandas que influenciaram demais a gente. Acho que posso citar Weezer, At The Drive In, Hot Water Music, Nirvana, Smashing Pumpkins, Descendents, All, Samiam, Foo Fighters, Sonic Youth, Pixies, Dinosaur Jr, Three Mile Pilot, Lagwagon e Pennywise, como apenas algumas das bandas que todos nós ouvimos exaustivamente ao longo desses anos.
O que mudou entre o primeiro disco, Hydrophobia, e o segundo, Dear Life. O clima do primeiro CD é marcado por um otimismo característico do ¨primeiro CD¨ de qualquer banda sabe? Aquele lance de estar descobrindo tudo. Tivemos a sorte e o prazer de poder gravar no Be Bop, um dos melhores estúdios do Brasil, e contar com a produção de R.H. Jackson. Um cara genial, e que nos ensinou muita coisa mesmo. Dentro e fora do estúdio.Uma grande ajuda para três moleques que estavam gastando tudo que tinham num estúdio tão caro. Sem ele talvez nem tivéssemos concluído o álbum, e se tivéssemos, não teria ficado tão legal. O clima do segundo álbum é mais intimista. Dear Life é um disco totalmente pessoal mesmo. Daqueles que ouço até hoje e arrepia de tão sincero. Consigo rever cada situação que me fizeram escrever cada letra, cada acorde. Essa foi uma fase bem conturbada para todos nós.Todo mundo estava com grandes problemas pessoais e a banda ainda enfrentava o problema da saída do César. Foi uma época difícil. Esse CD é o apanhado de canções mais sinceras que eu já ouvi na vida.
O que muda na banda com a troca de integrantes? Muita coisa. As pessoas são muito diferentes umas das outras. Às vezes demora até você pegar o ¨jeito¨ de uma pessoa tocar, sabe? Todas as mudanças que tivemos na banda até hoje foram de certa forma pra melhor, já que tivemos sempre grandes músicos e amigos substituindo os ex-membros que deixavam a banda.
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Escrito por Flávia e Samira às 22h00
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Como é ter que conciliar a agenda do Hateen com a agenda do CPM 22 e do Street Buldogs? Essa pergunta já é clássica para nós. O CPM 22 não chega a ser assim um problema. Muito menos o Street Bulldogs. É claro que a agenda dessas nossas bandas paralelas afeta bastante nossa liberdade de marcas shows e etc. Mas de certa forma eu gosto disso, pois podemos nos concentrar em fazer shows mais concorridos e mais elaborados. É muito complicado conciliar tudo isso, mas não está sendo impossível. Todos nós fazemos o possível e o inimaginável pra que as coisas aconteçam pro Hateen. Essa união, essa vontade de fazer as coisas acontecerem, supera qualquer percalço. Temos um manager (amigo), que se chama Manoo. Ele corre, liga pra um lado, liga pra outro, arruma um show, arruma gravação de DVD, arruma tudo. Sem ele talvez não estivéssemos conseguindo alcançar tantos objetivos no momento, pois todo mundo na banda leva uma vida cheia de compromissos e agendas malucas. Ele consegue nos unir sem atrapalhações.
Como rolou a participação na coletânea Emo Diaries, do selo gringo Deep Elm Records? Sou fã da gravadora. Estou sempre antenado nas bandas que eles lançam e tal. E já tinha algumas coletâneas Emo Diaries em casa. Um belo dia resolvi mandar a gravação de ¨Danger Drive¨, uma música do nosso CD Dear Life, de 2000, e ver no que dava. Foi total sem pretensão nenhuma. Os caras chegaram a me responder falando que não ia rolar de entrar na coletânea, você acredita? Não sei se foi engano deles ou se alguém pagou pra gente participar, mas sei que dias depois recebemos a confirmação de que estaríamos dentro.
Como está sendo a divulgação e a aceitação do público com o CD novo? Eu acho que está sendo tudo muito legal. Já vendemos a primeira tiragem toda do CD, o que pra uma banda independente que faz pouquíssimos shows como nós é algo bem legal. Esse novo CD tem uma arte elaborada, um som mais produzido e poderoso. É com certeza o que já fizemos de melhor até hoje em todos os sentidos. O público parece estar gostando bastante. Pelo menos nos shows todo mundo canta com a gente, e é essa a impressão que tenho até o momento.
O Hateen vem fazendo esse som há quase dez anos. O que você acha dessa explosão da cena emocore no Brasil nos últimos dois anos? Isso ajudou o Hateen de alguma forma? Essa explosão emocore é uma verdadeira mentira. Todo moleque hoje tem que usar camiseta do The Used, boné de caminhoneiro e munhequeira, senão acaba taxado de fora de moda. Se você vai num lugar como Hangar 110, todos têm o mesmo visual, é como se fosse um encontro de clones. Acho pejorativo usar o termo emocore. Chega a ser motivo de piada entre as pessoas que conheço e trabalham com música. Não tem nada de errado com o termo em si, mas sim com a utilização dele.Talvez aqui no Brasil, como tudo chega muito distorcido, o termo tenha adquirido essa conotação negativa ao meu ponto de vista. Uma banda que escreve letras pessoais e com experiências reais que envolvam desilusões amorosas e outras tantas aflições humanas, não pode ser rotulada simplesmente de emo. É algo muito limitado. Eu prefiro o termo rock alternativo. É mais abrangente e sincero. Essa explosão de ¨emocore¨ é algo mundial, e não sei o quanto tudo isso é mais positivo do que negativo. O punk rock deixou de ser algo perigoso, marginal e se tornou algo ¨fofinho¨, que deixa mães e pais orgulhosos. Vejo tantas bandas se intitulando ¨emos¨, mas nenhuma com problemas de drogas e alcoolismo, suicídio e etc. Acho que é muito fácil se dizer emo e estudar de manhã, dormir a tarde toda, assistir Malhação e ficar reclamando por que a menina da escola não gosta de você. Sejam ¨emos¨, mas com problemas autênticos, talvez assim eu goste mais de tudo isso. Talvez o único benefício que o Hateen teve com isso tudo, foi o de ter conquistado essa posição de ¨precursores¨ do estilo ou algo do tipo.
Como está sendo a volta do Fernando para a banda? O Fernando é o baixista dos sonhos de qualquer banda. O cara manja muito de música, toca bem, manja tudo de estúdio e gravações. Eu não me preocupo com o que ele está tocando, ou como está tocando. Ele é super engraçado também, e tem um puta alto astral, que ajuda a gente nos momentos de dificuldades. A volta dele não poderia ser algo mais feliz pra mim. Estamos todos muito felizes com isso.
Quais os planos para o futuro? O negócio agora é conseguir terminar de editar nosso DVD, e lançá-lo o quanto antes. Acho que no comecinho de 2005 já vai estar tudo OK. Temos vários planos para o próximo ano, entre eles claro, um novo CD, e quem sabe um álbum comemorativo de 10 anos. Ainda não sei se faremos uma coletânea comemorativa, ou faremos um álbum com arranjos mais acústicos pra nossas músicas prediletas. Já temos músicas novas e estamos compondo muita coisa com a entrada do Fernando. Isso está dando um novo gás pra gente. Pra quem gosta de Hateen, 2005 vai ser o ano, prometo.
Bom pessoal, por hj é só!!
Bjos e Comentem!!
Escrito por Flávia e Samira às 21h53
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OIIIII people e ai blz??
Pessoal esse é o flyer do show do Hateen no HANGAR 110!! Esse show é nós em, esse nós vamos.. ebaa

Sábado o Koala foi na premiação dos meus premios Nick q foi no Hopi Hari e ele cantou Não Sei Viver Sem Ter Você a super, hiper música que ele escreveu!!
Pessoal esse é uma fotuxa nova da banda!!

Ah fala sério em ... ta lindaaaaaaaa!!
Por hj é só people... Um super Bjo!!
Escrito por Flávia e Samira às 18h24
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